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Acimg espera aval do prefeito para abertura aos sábados

Pedido é reduzir uma hora durante a semana e abrir aos sábados, apesar do prolongamento da quarentena até dia 10

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Já está sob a análise do prefeito Walter Caveanha (PTB) a proposta da Acimg (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu) que pede a revisão dos horários de funcionamento do comércio de rua visando à abertura aos sábados. O pedido foi feito em reunião realizada na quinta-feira (30). A presidente da instituição, Sonia Zanuto, manifestou o desejo de que as lojas funcionem de segunda a sexta-feira, do meio-dia às 16 horas, e, aos sábados, das 9 às 13 horas.

Nesta reunião, a Administração Municipal foi representada pelo secretário de comunicação, Paulo Henrique Tenório. E contou ainda com o representante de marketing da Acimg, Alberto Spoljarick Neto. O pedido é que a flexibilização pode contribuir com a venda do Dia dos Pais, comemorado no domingo (9). Mas, para que haja essa mudança, a Prefeitura precisa publicar decreto, providência que precisa ser adotada até o início da próxima semana.

O jornal que traz os atos oficiais da Prefeitura teve uma edição ontem (31), a qual trouxe o decreto municipal sobre a prolongação da quarentena até o próximo dia 10 e reafirma o funcionamento do comércio não essencial de terça a sexta-feira, do meio-dia às 18 horas (lojas de rua) e das 13 às 19 horas (shoppings e boulevard). No entanto, não está descartada nova edição com novas determinações, o que ainda está sob avaliação da Administração Municipal.

A justificativa apresentada para o pedido de flexibilização do horário é de que atende ao Plano São Paulo, especificamente a faixa 2, laranja, na qual o município que faz parte do DRS – XIV (Departamento Regional de Saúde) de São João da Boa Vista, segue enquadrado. Nesta fase, os estabelecimentos podem receber apenas 20% da capacidade, sendo um cliente a cada 5 m². Os restaurantes e as praças de alimentação dos dois shoppings poderão trabalhar apenas com delivery ou com a retirada no local, assim como estabelecimentos alimentícios situados fora dos shoppings.

Já os considerados comércios essenciais podem continuar a funcionar normalmente, seguindo as regras de higienização e de quantidade de pessoas dentro do estabelecimento. Para os hipermercados, supermercados e mercados segue proibida a entrada de menores de 12 anos e de duas pessoas da mesma família.

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