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Acimg quer que comércio reabra a partir de 4ª

Uma das justificativas da entidade é de que 75% dos estabelecimentos são enquadrados como essenciais

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A Acimg (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu) quer a retomada da abertura do comércio, conforme a fase 2 do Plano São Paulo que permite o funcionamento do comércio em geral, shoppings, escritórios, concessionárias de veículos e imobiliárias, a partir do dia 1º de julho. A proposta será apresentada às autoridades municipais na próxima segunda-feira (29), quando acontecerá reunião para avaliar os dados da contaminação do novo coronavírus e, desta forma, decidir as medidas de contenção do avanço da doença.

O assunto foi discutido entre a diretoria da Acimg que entende que o comércio não essencial está sendo sacrificado com a medida. Isto porque, 75% das atividades são classificadas como essenciais, ou seja, apenas 25% entram na classificação de não essencial e têm que permanecer fechadas. “Esperamos que o Poder Público não prorrogue porque já fomos prejudicados quando a cidade foi inserida na fase 2, cor laranja, do Plano São Paulo, permitindo a abertura dia 1º de junho e, aqui, autorizou a partir do dia 8”, comenta o superintendente da Acimg, Adenilson Junior dos Reis.

Para o superintendente, não é justo colocar na conta do empresário o aumento do número de casos que, desde o mês de março, se vê diante deste cenário. “Várias empresas e empregos foram sacrificados e muitos outros ainda serão, caso não retorne. É preciso esforço conjunto entre população, empresários e Poder Público”, analisa. Adenilson adianta que a diretoria da Acimg defende uma campanha mais efetiva, seja para compra essencial ou não, porém de forma mais consciente, prudente e segura.

O superintendente justifica que o comércio têm seguido à regra dos protocolos de higiene, inclusive com aferição da temperatura dos funcionários. “1/5 da população empregada no comércio responde a um questionário de saúde e passa por esse protocolo. Com o comércio fechado, todos deixam de ser monitorados”, pontua.

 

REUNIÃO

Na última quarta-feira (24), representantes de vários comércios reuniram-se com a presidente da Acimg. Sonia Zanuto e com o superintendente para tratar desta questão do novo fechamento do comércio. Durante a conversa, os dirigentes de lojas de rede expuseram a difícil situação pela qual os estabelecimentos têm passado. Um pedido feito por eles é algum tipo de flexibilização para atender situações específicas como recebimento e assinatura de contratos.

Outro ponto discutido foi a situação dos funcionários, que já tiraram férias, participam das alternativas lançadas pelos programas governamentais. Se o cenário permanecer como está, as demissões começarão a acontecer, pois as empresas justificam que não estão conseguindo manter o quadro atual.

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