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Aliviado, prefeito comenta sobre as obras de mobilidade

Walter Caveanha comentou sobre a importância das obras de mobilidade urbana

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Na manhã da última terça-feira (11), o prefeito Walter Caveanha (PTB) recebeu em sua residência o deputado federal Márcio Alvino e o vice-prefeito Daniel Rossi (PL). Ao deputado, o prefeito voltou a agradecer o empenho na conquista dos recursos para a construção dos dois viadutos e comentou a importância das obras para a cidade. A Gazeta acompanhou a rápida visita e aproveitou para conversar com o chefe do Executivo sobre o projeto aprovado na Câmara.

Caveanha comentou a falha na lei e voltou a lamentar a paralisação das obras, uma vez que o projeto de mobilidade tem o propósito principal de atender o crescimento da cidade. “Todo o contrato já especificava a garantia, mas, infelizmente, houve uma falha na lei e teve que fazer essa alteração. E graças a Deus o bom senso prevaleceu e os vereadores aprovaram a continuidade das obras”, comentou ao fazer uma análise sobre o crescimento da cidade. “São obras que as futuras gerações vão realmente usufruir e demostrar a importância que elas têm. Mogi Guaçu tem duas grandes interferências e duas que são as maiores: o Rio Mogi Guaçu no sentido Leste/Oeste e a ferrovia no sentido Norte/Sul. O crescimento da cidade está transpondo as duas interferências e a nossa cidade está crescendo”, exemplificou.

O prefeito não escondeu que ficou apreensivo sobre a possibilidade de perder o financiamento dos R$ 29 milhões. “Imagina depois de quantos anos de luta perder um contrato desse. Estou muito feliz de ver o bom senso predominar, as obras continuam e quem vai usufruir disso é o futuro prefeito que vai ver essa obra concluída, mas eu fico feliz em ter lutado para conseguir essa obra com toda a equipe e toda a Câmara”, destacou ao comentar as duas novas pontes que serão construídas nas Avenidas Brasil e Trabalhadores. “As duas novas pontes vão oferecer um aumento de fluxo dessas regiões. A da Brasil vai alimentar todo aquele corredor da Zona Norte em direção a Mogi Mirim sem passar pelo centro da cidade. E a ponte de ferro já está ficando com vários problemas e, com essa obra, vai melhorar bastante o fluxo e dar maior conforto para a população”.

 

Gerações futuras

Ainda sobre a região da Avenida Brasil, Caveanha relata que a região está em franca expansão e os projetos viários já vislumbram esse crescimento futuro. “É uma obra fantástica e dentro de 14 meses deve estar concluída. Gostaria de fazer uma observação sobre a Avenida Brasil. Ali temos o shopping, aprovamos o distrito industrial na antiga Vila Champion, teremos a sede da Associação Comercial e acabamos de aprovar um condomínio, além da estação de tratamento que está recebendo investimentos e teremos o Porto Mandi. E teremos o sistema viário para atender todo esse crescimento”.

Como previsto pela Prefeitura, o chefe do Executivo voltou a confirmar que o município terá uma nova licitação para o transporte coletivo urbano, sendo que o novo projeto contemplará as melhorias viárias em andamento. “Quem estiver no Ypê Amarelo vai vir até o centro da cidade até o final do ano com o sistema de transporte que vamos licitar. Esse novo projeto, a gente vai colocar que 40% dos ônibus terão que ter porta dos dois lados para aproveitar o corredor de ônibus. A ciclovia que vai ser muito utilizada, temos aí o aumento da demanda por causa da pandemia. O morador poderá vir para o centro com mais segurança”.

 

Projeto antigo

Caveanha lembrou que o Governo do Estado analisa um pedido da Prefeitura para a construção de um viaduto sobre a SP-342, que complementaria as obras de mobilidade. “Já pedimos um viaduto para o Governo do Estado na SP-342 ligando, portanto, essa grande avenida até a divisa de Estiva e, no futuro muito breve, o morador da Estiva vai até Mogi Mirim por essa grande avenida que é no antigo leito da Fepasa, que vai pegar a Avenida Amoedo Campos, vai descer na Avenida Mogi Mirim e consequentemente você está ligando toda essa malha, que é um projeto que foi idealizado em 1970 pelo arquiteto Joaquim Guedes”, contou ao lembrar de quando já sonhava com o projeto. “Eu tive o privilégio de conhecê-lo (Joaquim Guedes) quando eu fiz estágio com o Waldomiro Calmasini, quando era estudante de engenharia e esse moço estava fazendo o Planto Diretor de Mogi Guaçu. Então, desde aquela época eu sonho com essa obra e estou contribuindo para que essa obra realmente aconteça. Eu inaugurei a Avenida dos Trabalhadores em 1982 e essa avenida era para ser, se o governo federal na época me atendesse, eu ia fazer com que Estiva Gerbi e Mogi Mirim pudessem ser interligadas pelo leito da fepasa, que era um bonde elétrico, que era um sonho que eu tinha naquela época, e duas avenidas ao lado dela. Olha que maravilha seria, mas não consegui o recurso, então, tive que fazer a obra de rodovia”.

Reta final

O prefeito de Mogi Guaçu finalizou comentando sobre a reta final do mandado e ressaltou que as obras de mobilidade são um legado para a população e para as futuras gerações. “É um legado que fica e a gente contribuiu para que essa obra pudesse ser reiniciada. E parabenizo a Câmara por ter retomado esse projeto e entendido a importância dele e, agora, vamos trabalhar bastante e pedir a Deus que ilumine todo mundo nessa reta final e que a gente realmente pense no desenvolvimento da cidade acima de tudo”, finalizou.

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