Home»Destaque na Home»Após confusão: bar da Júlio Xavier será fiscalizado

Após confusão: bar da Júlio Xavier será fiscalizado

Além de intensificar policiamento, GCM irá observar funcionamento de estabelecimento onde ocorreu briga generalizada

0
Shares
Pinterest WhatsApp

Neste final de semana, equipes da Guarda Civil Municipal vão dar continuidade ao policiamento da Avenida Júlio Xavier da Silva, que voltou a registrar um grande número de frequentadores desde que bares, lanchonetes e restaurantes retomaram as atividades até às 22 horas.

De acordo com o comandante da GCM, Claudemir Adorno da Costa, o bar, onde no último domingo (23) aconteceu uma briga generalizada, será especificamente fiscalizado pela GCM com o objetivo de evitar novas confusões no local. A Vigilância Sanitária também informou que o proprietário do estabelecimento foi orientado a cumprir de forma correta as regras de abertura até as 22 horas que constam do decreto municipal, principalmente no que diz respeito a quantidade de pessoas que precisa ser limitada em 40% da capacidade total. No dia da confusão ocorrida no bar, a  lotação do local ficou clara, e por essa razão, o proprietário ainda pode vir a receber uma multa de R$ 1.440.

O comandante da GCM também explicou que a confusão teria sido iniciada por um casal de Mogi Mirim e um homem de Mogi Guaçu que tiveram um desentendimento que evoluiu para uma briga generalizada, a qual as pessoas se agrediram de forma mútua. A viatura da Romu (Ronda Ostensiva Municipal) da Guarda Civil, que já estava na avenida realizando um patrulhamento preventivo e ostensivo, foi chamada no bar para conter a confusão e como os guardas civis não conseguiram por fim a briga apenas com diálogo foi necessário fazer o uso de força física proporcional na ação.

“As pessoas estavam em via de fato, o que não nos dá a condição de apenas conversar, então, nós tivemos que ser mais enérgicos para conter a situação e prezar pela integridade dos GCMs que são treinados e qualificados para isso, e a meu ver a guarda fez o que deveria ser feito no local”, pontuou Adorno.

Após a ação da GCM, a confusão foi contida e os envolvidos não foram identificados porque todos já são conhecidos do meio policial pela prática do tráfico de drogas e deixaram o local, conforme relatou o comandante. Um Boletim de Ocorrência administrativo de tumultuo foi elaborado e ficará a disposição da Justiça caso seja solicitado.

Adorno também esclareceu porque os guardas civis não estavam usando a máscara de proteção facial durante a ação conforme foi divulgado em vídeos que foram postados nas redes sociais. “Somente os três GCMs que fizeram a primeira intervenção estavam sem máscara e isso é um procedimento normal em confrontos, já que o nível de adrenalina é muito alto”, explicou Adorno.

Com relação aos clientes do bar que também foram vistos sem a máscara, Adorno disse que eles estavam em suas mesas, o que é permitido pelo decreto, sendo que o uso é obrigatório apenas quando o cliente se levanta e sai da mesa.

 

Previous post

International Paper abre inscrições para programa de estágio e trainee

Next post

INSS: atendimento presencial deve retornar dia 14