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Artigo: A vitória de Dilma

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O ano que se finda foi terrível para os brasileiros que vinham de uma economia fortemente aquecida, com um elevado consumo. Um país que com 4,9% de desemprego podia se considerar como pleno emprego e o maior salário dos últimos 50 anos e vivemos um momento francamente favorável.

Mas como nada dura para sempre, apesar desta economia francamente favorável, muitos foram às ruas, alguns representando movimentos sociais até então inexistentes, ou, sem nenhuma expressão, mas fizeram uma tremenda arruaça conseguindo de qualquer criar uma crise política, que deram palanque até mesmo à inoperante oposição e, a crise política não tardou a trazer também aeconômica.

Disso se aproveitaram os oportunistas de plantão, que são os que nada fazem nada produzem e que na verdade em condições normais até se fingem parceiros, mas, que na crise, pulam fora e correm tirar proveito dela. Foi o que fizeram Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados e principalmente Michel Temer, vice-presidente da República que já estão nestas funções por terem se especializado em tirar proveito de situações.

De Cunha só se poderia esperar isso mesmo, político que sempre esteve envolvido em falcatruas e sempre viveu de golpe em golpe, sendo a presidência da Câmara um dos últimos de maior relevância. Mas, de Temer se esperava um pouco mais, até pelo cargo que ocupa, mas os oportunistas quando cheiram uma chance de tirar vantagem nada mais enxergam!

Só a vantagem que poderiam ter com aquela situação. Foi o que aconteceu com Temer com aquela carta ridícula que mandou a presidente, fingindo-se de magoado e com aquela atitude expressando até um rompimento com governo. Ridículo! Só conseguiu com isso mostrar o quanto é pequeno em relação ao cargo que ocupa!

E não se há como negar o grande jurista que é Michel Temer, mas até nisso errou o alvo. Achou que Cunha era o senhor do impeachment e correu ficar do seu lado, mas a presidente Dilma mostrou a que veio e colocou tudo em seu devido lugar, inclusive o vice que vai ficar “com o rabo” entre as pernas por um bom tempo.

Dilma termina o ano como vitoriosa na política e no comando da nação. Vê apesar dos meios de comunicação tentar criar uma “crise sem precedentes”,  as lojas cheias, os restaurantes cheios, as estradas congestionadas, os shoppings pequenos para tanta gente e igualmente as praias e passa o ano vendo subir os fogos de artifícios e também a sua popularidade! É a força da mulher que os argentinos não souberam valorizar e 15 dias depois já não aguentam o arrependimento!

 

Maria Euza Guedes da Silva é secretária das Mulheres do PT do Diretório de Mogi Guaçu

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