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Artigo: Bolsonaro: Linguagem de cortiço

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A pedido do ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi autorizada a publicação do vídeo da Reunião Ministerial de 22 de abril. O pronunciamento de Jair Bossonaro foi considerado vexatório, indigna de um presidente.  Para mim foi uma falta de decoro, passível de cassação!

O Estadão (23/5) noticiou: “Sem papas na língua – A Reunião com destempero verbal (sic) e pitos”. Presidente chama Doria de “bosta” e Witzel, governador do Rio de Janeiro, de “estrume”. No Twitter, Dória criticou o tom da reunião ministerial e os ataques de Bolsonaro. “O Brasil está atônito com o nível da reunião ministerial. Palavrões, ofensas e ataques a governadores, prefeitos, parlamentares e ministros do Supremo demonstram descaso com a democracia, desprezo pela Nação e agressões à institucionalidade da Presidência da República”, afirmou. “Lamentável exemplo em meio à maior crise da saúde da história do País e diante de milhares de vítimas”

Chamado de “estrume” por Bolsonaro, Witzel reagiu, também com mensagem postadas nas redes sociais. Ele disse que o presidente o chama em vídeo do que ele “próprio se vê” (sic). “A falta de respeito de Bolsonaro pelos poderes atinge a honra de todos”.

Enciumado com o elogio da imprensa a alguns ministros, Bolsonaro reagiu: “Vai pra puta que pariu, porra! Eu que escalei o time, porra!”. Sem comentário.

Frase: “O menos indecente no vídeo são os palavrões”. Jose Simão. O senador Major Olímpio (SP) rompeu com Bolsonaro. Ele revelou o motivo: “Quem se desviou foi o presidente (Bolsonaro), que não quis que eu assinasse a CPI da Lava Toga para proteger filho bandido (sic). Eu não tenho bandido de estimação. Isso de palavrão em reunião (ministerial) é besteira”, disse Major Olímpio na gravação.

Para Sérgio Moro, o presidente quer proteger filho. Sem comentário!

 

Jasson de Oliveira Andrade é jornalista em Mogi Guaçu

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