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Artigo: Estadão comenta Governo

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O Estadão, no Editorial “Descontrole total”, analisa as gafes de Bolsonaro: “O destempero do presidente Jair Bossonaro (sic) atingiu um nível inaceitável para quem ocupa tão elevado cargo. Já não é mais possível dizer que o presidente está “testando os limites” da democracia e do decoro (sic), pois estes há muito tempo foram superados. O que aconteceu nos últimos dias é mais do que simplesmente uma reiteração da falta de moderação (sic) de Bolsonaro, trata-se de demonstração cabal de incapacidade do presidente de controlar a própria língua e, por extensão, o governo que chefia. (…) O presidente chocou o País ao ofender publicamente uma jornalista com grosseiras insinuações de caráter sexual. (…) Por estar no topo da hierarquia da administração pública, um presidente da República deve se pautar pela discrição. Tudo que diz tem o potencial de servir como referência e informação fundamental para a sociedade. Para começar, é principalmente dele que deve partir o exemplo (sic) de respeito pelas instituições, sem as quais a própria Presidência da República não se legitima. Um presidente, ademais, deve ser capaz de transmitir serenidade e firmeza na condução de seu governo, pois disso dependem a estabilidade do País e a confiança dos agentes econômicos. (sic). Quando um presidente dá indícios claros de que ignora, em todos os aspectos, a liturgia e o peso político e institucional de seu cargo, estamos diante de um desgoverno (sic). Num governo em permanente autocombustão, os bombeiros infelizmente ainda terão muito trabalho, pois o próprio presidente Bolsonaro, desde sempre, quando se manifesta sobre qualquer assunto, costuma adicionar gasolina ao fogo. A confusão de seu governo é reflexo de uma profunda incompreensão acerca de seu papel como presidente. Governar não é ofender – seja a honra das pessoa, seja a inteligência alheia”.

A jornalista Dora Kramer, em artigo publicado na revista Veja, também constatou: “A falta de educação do atual presidente não encontra paralelo à altura na história do país. Sua ausência de noção do que seja um comportamento condizente com a Presidência, tampouco. Todo dia ofende (sic) alguém, que não precisa nem estar na oposição. Basta ser visto por ele como adversário, mesmo ocasional, conforme pode atestar Hamilton Mourão e Sérgio Moro, o demitido com humilhação e os rebaixados em feitio de degradação. (…) Há o cotidiano, e neste o presidente tem imprimido um ritmo de desatinos (sic) que podem levá-lo do flerte a relações mais consistentes com o risco de sofrer processo de impedimento (sic)”. Será? A conferir!

Frase: “Bolsonaro faz do ódio e do jogo sujo ferramenta do poder”, Bruno Boghossian (Folha).

Luto: Com a morte do secretário Luiz Carlos Ferreira, a Cultura de Mogi Guaçu está de luto.

 

 

Jasson de Oliveira Andrade é jornalista em Mogi Guaçu

 

 

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