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Caso Isis: caso volta à tona com nova acusação

Em abril, após a acusada apontar onde teria enterrado a filha, o corpo foi encontrado

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Nesta semana, o caso da pequena Ísis Helena Rosa Schotem, de um ano e 10 meses, de Itapira, voltou à tona mais uma vez. Matérias veiculadas pela Record TV dão conta de que o corpo encontrado próximo ao Rio do Peixe, no dia 29 de abril, pode não ser da menina que sumiu de casa no dia 2 de março. Durante as investigações do caso, Jennifer Natália Pedro, 21, mãe de Ísis, apresentou três versões diferentes para a polícia para explicar o desaparecimento da criança. Na última versão, ela confessou a morte da filha por acidente e a ocultação do cadáver.

Jennifer apontou o local onde havia enterrado Ísis, sendo que o corpo foi localizado pela polícia. Agora, quase três meses depois, a advogada de Jennifer, Luiza Helena Sanches, afirmou à Record TV que o corpo localizado pode não ser de Ísis. A afirmação é feita com base em exames realizados por um perito contratado pela família de Jennifer.

De acordo com os laudos, o corpo apresenta características, como a arcada dentária, por exemplo, diferentes da vítima. A advogada também afirma que o laudo do IML (Instituto Médico Legal) é inconclusivo para uma identificação concreta. Vale lembrar que Jennifer foi presa pelos crimes de homicídio doloso, quando há a intenção de matar, e ocultação de cadáver.

O delegado seccional de Mogi Guaçu José Antônio Carlos de Souza, que junto com a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Mogi Guaçu comandou as investigações do caso, informou à Gazeta que lamenta a falta de humanidade das matérias vinculadas e que o caso está novamente sob sigilo, sendo que eles aguardam os resultados de exames de DNA.

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