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Covid-19: Comércio volta a fechar nesta 4ª feira

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Os comércios de Mogi Guaçu e Mogi Mirim voltam a fechar as portas nesta quarta-feira (24). A decisão foi tomada pelas administrações municipais nesta tarde diante do aumento de casos confirmados do novo coronavírus e, claro, das internações e óbitos.

Com a retomada do comércio no último dia 8, a taxa de isolamento social caiu em ambos os municípios. Com isto, optou-se pelo endurecimento das medidas para enfrentamento da pandemia. Em Mogi Mirim, conforme decreto municipal, as novas medidas serão válidas pelo período de 15 dias, portanto, até o dia 8 de julho.

Conforme o decreto municipal fica suspenso o atendimento presencial ao público em todas as secretarias municipais, com exceção daquelas nas quais as atividades são consideradas essenciais, como saúde, segurança pública, educação, assistência social, bem estar animal, manutenção de estradas rurais, limpeza pública e serviços de saneamento básico. O mesmo vale para o Conselho Tutelar, velório municipal, sepultamento, cemitério e o Saae.

Em Mogi Guaçu, o fechamento do comércio, shoppings,  imobiliárias e escritórios se dará pelo período de uma semana, portanto, até  terça-feira (30), quando a situação será reavaliada. Outras ações estão sendo planejadas para evitar aglomerações. Isto porque, a taxa de isolamento social na última semana manteve a média de 42%, sendo que na última sexta-feira caiu ainda mais, chegando a 40%.

Os estabelecimentos comerciais, exceto os de serviços essenciais, não poderão ter atendimento ao público neste período. Mesmo fechados, os comércios poderão oferecer mercadorias para retirada, no sistema “drive thru”, desde que possam oferecer atendimento sem que os clientes precisem sair do carro.

Os supermercados, mercados, padarias e comércios essenciais deverão isolar as áreas de produtos e serviços considerados não essenciais, como roupas, calçados e de caráter não alimentício e de setores não relacionados à limpeza em geral. Também fica recomendada a suspensão dos cultos e missas.

A fiscalização ficará a cargo da Vigilância Sanitária, SPDU (Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano), GCM (Guarda Civil Municipal) e dos agentes de fiscalização da SSM (Secretaria de Serviços Municipais).  O  descumprimento do decreto acarretará na aplicação de multa de 400 Ufims (Unidades Fiscais Municipais) pouco mais R$ 1,4 mil.

 

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