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Covid-19: Mogi Guaçu registra primeiro caso positivo

Há ainda a notificação da morte de uma idosa com suspeita da Covid-19; Mogi Mirim também tem morte suspeita

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Está confirmado o primeiro caso de contaminação pelo novo coronavírus em Mogi Guaçu. A informação foi dada em transmissão ao vivo pela internet, realizada no início da noite de ontem (30) pela Secretaria de Comunicação Social, com a presença da secretária municipal de Saúde, Clara Alice Franco de Carvalho, e da médica Sandra Fernandes Maciel. O paciente, cujo exame apresentou resultado positivo, está em isolamento domiciliar. Não foi informado o sexo nem a idade, mas que a pessoa viaja a trabalho e esteve em várias cidades e em alguns Estados. A Gazeta apurou que o paciente foi atendido no Hospital São Francisco.

Mogi Guaçu, assim como Mogi Mirim, também investiga a suspeita de óbitos em decorrência da Covid-19. O caso guaçuano se refere a uma idosa de 80 anos e foi divulgado pela assessoria de imprensa da Prefeitura, na noite de domingo (29). Já o caso de Mogi Mirim é referente a um homem de 47 anos, conforme informação enviada na tarde de ontem (30) pela Secretaria de Relações Institucionais.

Clara

A idosa havia sido internada pela manhã e faleceu à tarde. Ela deu entrada no hospital (nome não revelado) com quadro de dificuldade respiratória que evolui para insuficiência respiratória e a levou a óbito. Há anos, a paciente tinha pneumonia, segundo apurado pela Secretaria Municipal de Saúde.

O material coletado foi enviado para análise do Instituto Adolfo Lutz de São Paulo. A família recebeu todas as instruções quanto aos procedimentos de sepultamento. Não houve velório. Foi recomendado isolamento domiciliar aos que tiveram contato com a paciente.

O total de casos suspeitos em Mogi Guaçu é de 28 notificados, sendo um positivo, dois descartados, um óbito suspeito. Os demais aguardam o resultado ou a contraprova de exames feitos em laboratórios privados.

 

ISOLAMENTO

Clara e Sandra reforçaram a importância do isolamento familiar, lembrando que os países que voltaram atrás nesta medida viram que a atitude foi ineficaz. “O cidadão tem que fazer sua parte ficando em casa quando não pertence aos serviços essenciais”, pontua a secretária de Saúde. A medida é uma forma de evitar que muitas pessoas adoeçam ao mesmo tempo e o sistema de saúde não tenha condições de atender a todos.

A Prefeitura iniciou ontem a desinfecção, utilizando um trator pulverizador, de ruas situadas no entorno do Hospital São Francisco e o mesmo será feito no Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos”, Santa Casa e além de outros espaços por onde transitam grande número de pessoas diariamente.

 

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