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Covid-19: Ocupação de leitos de UTI volta a aumentar

Secretária de Saúde faz o alerta sobre o aumento do número de internações no município

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O aumento de casos novos da Covid-10 e da ocupação de leitos das UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) nos hospitais guaçuanos volta a chamar a atenção das autoridades de saúde e a acender sinal de alerta. Os números observados nesta última semana são vistos como reflexo da abertura dos equipamentos de lazer, bares e restaurantes até às 22 horas. E a tendência é que aumentem ainda mais. Isto porque, o resultado do feriado prolongado de 7 de setembro começa a ser observado a partir deste final de semana.

A secretária municipal de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, atenta que depois do dia 10 as UTIs passaram a ter sempre mais de 10 internações. “Tudo bem que não temos tido óbitos. Os casos graves não estão levando a óbito, mas obviamente que daqui a pouco isso vem junto. A gente já viu as experiências anteriores. Quando aumentam os casos graves começam a ter óbitos”, argumenta.

Clara disse ainda que, a partir de ontem (18), os hospitais começariam a sentir os reflexos do feriado de 7 de Setembro, quando as praias paulistas ficaram lotadas. “Outra onda de aumento de casos novos e consequentemente de mais internações”, acrescenta. Ela analisa que as pessoas estão achando que acabou a epidemia, enquanto ainda seguimos em quarentena.

A orientação é para que as pessoas evitem sair e esclarece aos jovens que eles podem, sim, se contaminar, ficar assintomáticos e levaro novo coronavírus para a família, especialmente os idosos. “Os mais jovens estão achando que não pegam, não acreditem nisso, porque pega e leva para os idosos. Essa é a grande complicação. Nós ainda vamos viver por bom tempo em quarentena. Não adianta se iludir que estamos na fase amarela que as coisas estão tranquilas. Estamos tendo altos e baixos”, sentencia mencionado o Plano São Paulo.

O temor maior é de que o Brasil viva uma segunda onda da doença, assim como já está acontecendo na Europa. Por aqui, em Mogi Guaçu, a maioria dos 70 óbitos é de pessoas acima de 60 anos.

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