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Duas obras seriam entregues dentro de 60 dias

Salvador Franceli disse que as obras estavam aceleradas e tinha prazo combinado com as empreiteiras

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O secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli, comentou que o cronograma estabelecido com as empreiteiras estava sendo cumprido e um plano de trabalho havia sido acordado, inclusive com prazo para entrega de duas obras. Antes da paralisação dos serviços, Franceli havia pedido agilidade para as empresas e informou que num prazo de 60 dias pretendia entregar a nova Avenida Alíbio Caveanha do Batalhão da Polícia Militar até o Ypê Amarelo e também entregaria a ciclovia do Rofatto Supermercado até a Avenida Emília Marchi Martini, inclusive iluminada. “Uma semana antes da paralisação das obras eu conversei com as empreiteiras e pedi que eles acelerassem as obras e eles prometeram entregar a nova via expressa num prazo de 60 dias e a ciclovia num prazo de 45 dias. Mas, agora, tudo mudou”, lamentou o secretário.

Na tentativa de evitar que as obras fiquem prejudicadas, a Prefeitura enviou ofício para a Caixa Econômica Federal de Piracicaba pedindo um prazo maior para a apresentação da lei alterada. Desta forma, a instituição financeira poderia continuar com os pagamentos até o final do ano e, em 2021, a Prefeitura se comprometeria em apresentar a lei alterada. “Regimentalmente não pode aprovar o mesmo projeto no mesmo ano, pois ele foi reprovado. Só na próxima legislatura. Assim, pedimos um prazo para a Caixa. Estamos solicitando que eles paguem as medições e a gente fica devendo a retificação da lei no próximo ano”, comentou Salvador Franceli que ressaltou que existe, sim, o temor de que o contrato assinado com a Caixa Econômica seja rompido. “Corremos o risco de rompimento de contrato. Pensou, ter que devolver o que foi pago? E o prejuízo que isso será para o município?”, questionou.

Para o secretário, a votação foi política, pois o projeto reprovado não se trata de novos recursos e, sim, uma mudança de garantia já prevista no contrato. Foi uma inconsequência que não pode acontecer. É um benefício (as obras) para a cidade”. Questionado sobre a Avenida Brasil, o secretário confirmou que o início dos trabalhos na via foi prejudicado por conta de um problema detectado nos serviços de terraplanagem. Mas ressaltou que as outras duas em andamento- ciclovia da Avenida dos Trabalhadores e Avenida Alíbio Caveanha- estavam adiantadas. “A Avenida Brasil estava com problemas na terraplanagem e definimos o que seria feito na semana que as obras foram paralisadas. Realmente, lá teve esse problema, mas as outras estavam indo muito bem”, ressaltou.

Salvador Franceli confirmou que as primeira e segunda medições foram pagas pela Caixa Econômica e que a terceira foi aprovada, mas ainda não foi liberado o pagamento. “A quarta medição eu havia enviado poucos dias antes da paralisação dos serviços. Agora, vamos esperar um retorno da Caixa sobre nosso pedido e esperar pela resposta positiva”, enfatizou.

Sobre as pontes das Avenida Brasil e Trabalhadores, o secretário confirmou que a empresa vencedora do processo licitatório está aguardando o sinal da Prefeitura para iniciar os trabalhos. “Eles vieram na semana passada para fazer a topografia e marcar os pontos de sondagem. Mas falei para segurar por conta dessa situação. Eles estão esperando meu alô para iniciar”.

Custos

O secretário de Obras já sabe que a paralisação das obras irá gerar custos adicionais ao município. Segundo ele, as empreiteiras fizeram a desmobilização, que é a retirada dos equipamentos do canteiro de obras. Retomando os trabalhos, elas terão que fazer a mobilização. “Vamos ter um custo de desmobilização e depois de mobilização das obras, que é a colocação dos equipamentos. As empresas já levaram os equipamentos e eles vão ter esse custo. Isso sem falar dos problemas que podem ser gerados com as obras paradas”.

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