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Em silêncio, Corporação Musical “Marcos Vedovello” faz 100 anos

Uma programação especial havia sido planejada pela Corporação Musical, mas a pandemia alterou os planos

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Os 100 anos da Corporação Musical Marcos Vedovello, claro, seriam comemorados com música. Uma festa em grande estilo para marcar o 1º centenário. Mas a pandemia mudou tudo. Os instrumentos estarão em silêncio em uma data tão importante para a instituição que tem como ramificações a Banda Infanto-Juvenil, Banda Marcial dos Ypês, Banda Luizinho Lanzi, Banda Marcial Ondina e corais adulto e infanto-juvenil, além do Projeto Sementeira que é levado às escolas da rede municipal.

Não haverá concerto ou qualquer outra apresentação para evitar aglomerações, conforme recomendado pelas autoridades de saúde. A possibilidade de uma live chegou a ser cogitada e até mesmo sugerida por muitos que apreciam o trabalho da Corporação Musical. Entretanto, a ideia foi abolida. “Não consigo fazer um trabalho sem ter, no mínimo, 15 a 20 músicos, e isto já gera uma aglomeração”, comentou o maestro Benedito Aparecido de Carvalho.

A Corporação Musical ainda é chamada de banda numa referência à sua criação, pois a formação inicial foi de Banda Musical XV de Novembro e, em seguida, Carlos Gomes. À época, idealizada por Padre Jaime Nogueira. Os membros da Banda Musical formalizaram suas atividades em 1920, junto à venda de Marcos Vedovello. Em 1949, dois anos após a morte de Marcos Vedovello, a Corporação Musical ganhou nova denominação em homenagem ao seu maior incentivador.

Na década de 1950, a Corporação Musical foi transferida para a Rua 13 de Maio. Mas, por necessidade de abertura de via, foi desapropriada e construída a sede atual na Avenida 9 de Abril, em 1972. A regência inicial contou com os maestros Sebastião Patrício da Luz, Evaristo Capussoni, Souza Brito e Luiz Milano. Porém, foi sob a batuta de Geraldo Vedovello que a Corporação Musical foi conduzida por mais tempo.

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