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Empresária relata duas experiências com viagens

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A empresária Fernanda Vendramini, 42, também é apaixonada por viagens. Para se ter uma ideia, em um ano, ela costuma viajar duas vezes para o exterior e outras duas vezes no Brasil. Nas viagens feitas dentro do país, destinos mais próximos e que podem ser visitados de carro, como Poços de Caldas (MG) e Paraty (RJ), por exemplo, estão inclusos no roteiro. Diferente de Aparecida, Fernanda não compra pacotes de viagens em agências de turismo. Isso significa que ela adquire as passagens de avião direto com a empresa aérea e também realiza por conta própria a escolha e a reserva dos hotéis onde quer se hospedar.

No dia 19 de março deste ano, antes mesmo de a quarentena começar, Fernanda tinha uma viagem para fazer a trabalho para Curitiba. Ela comprou duas passagens aéreas, de ida e de volta, mas como o novo coronavírus estava registrando casos no Brasil, o evento acabou sendo cancelado, o que gerou um prejuízo, já que no final das contas, a companhia aérea não devolveu o dinheiro das passagens. Além disso, a companhia aérea não disponibilizou um crédito para a cliente.

A única opção apresentada a Fernanda foi a de que ela poderia marcar uma nova data para ir a Curitiba. Porém, como ela não tinha essa nova data acabou ficando no prejuízo que girou em torno de R$ 1,8 mil. Em maio, a viagem seria feita a passeio para a Alemanha. O voo de Fernanda foi cancelado. “Eu já imaginava que isso poderia acontecer, porque estávamos bem no meio da pandemia”, compartilhou Fernanda.

A companhia aérea informou que o voo poderia ser remarcado dentro do prazo de um ano para o mesmo destino e sem custos adicionais. Com isso, Fernanda tem um crédito para viajar para o mesmo lugar, o que, segundo ela, deve acontecer com certeza no ano que vem. Apesar de ter pagado as passagens aéreas para a Alemanha, Fernanda ainda não tinha feito nenhuma reserva em hotel, o que a fez não ter prejuízo financeiro.

Para Fernanda, o sentimento por tudo o que está acontecendo é de tristeza. Ela relatou que o fato de não poder viajar está afetando sua vida. Isso porque, suas idas à Europa vão além do lazer e estão ligadas a amigos que moram por lá. “Eu estou muito sentida de este ano não poder vê-los, é uma coisa que tem me abalado, sim, porque eu trabalho bastante e ir viajar, estar com meus amigos, conhecer lugares e comidas me relaxa, seja dentro ou fora do país, então, eu fico bem chateada mesmo”, enfatizou Fernanda. E assim como todos os turistas, o momento atual para ela, é de esperar e compreender que, agora, o momento é de cuidado e respeito com as regras do isolamento social e de higiene. “Eu vou esperar o ano que vem para voltar a viajar, mesmo porque dificilmente será possível fazer isto este ano, é hora de zelar pela minha vida e pela vida do meu próximo”, finalizou.

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