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Empresas têm até o dia 28 para apresentar amostras

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O pregão presencial realizado pela CML (Comissão Municipal de Licitações), na segunda-feira (18), para a aquisição de carnes bovina e suína para a merenda escolar da cidade foi suspenso. A medida é tomada para que as empresas vencedoras apresentem as amostras de cada item e documentos complementares até o dia 28 deste mês, para análise pela Secretaria de Educação. Na sequência, após publicado o resultado, o pregão será retomado para eventuais recursos e demais trâmites previstos em lei.

Na segunda-feira, sete empresas participaram do pregão presencial. As duas primeiras classificadas foram JBS SA, de Andradina (SP), para o item 1, carne bovina, e a CCF Nutri Eirelli, de Cedral (SP), para o item 2, carne suína. A Prefeitura está adquirindo 101.812 quilos de patinho em cubos e 57.812 quilos de pernil sem osso, ambos sob congelamento IQF (sigla em inglês para “Rápido Congelamento Individual”), processo em que os cubos de carne são congelados individualmente.

A JBS foi primeira classificada no item carne bovina ao oferecer o menor preço, de R$ 18,59 por quilo. A CCF se classificou em primeiro lugar no item carne suína ao ofertar o quilo por R$ 11,95. Os valores ficaram abaixo do preço estimado pela Prefeitura, que era de R$ 23,50 para carne bovina, e R$ 15,51 para carne suína.

Os vereadores Guilherme de Souza Campos, o Guilherme da Farmácia (PSD), Natalino Tony Silva (Rede) e Fábio Luduvirge Fileti (PSDB) acompanharam o processo de compra. Na ocasião, os vereadores conversaram com os representantes das empresas vencedoras e pediram agilidade na entrega das amostras e dos documentos. “Nós pedimos para as empresas agilizarem a entrega antes do prazo previsto para que a compra possa ser feita o quanto antes”, reforçou o vereador Guilherme.

Após a conclusão do processo licitatório, as empresas serão as responsáveis pela entrega ponto a ponto em caminhões refrigerados. Segundo a Secretaria de Educação, são 82 pontos.

merenda escolar

Merenda

A distribuição de carne de vaca e de porco para as escolas foi suspensa desde o início do ano letivo devido ao atraso no processo licitatório. Um novo edital precisou ser lançado. Ainda nesta semana, a Gazeta continuou recebendo reclamações de pais sobre o cardápio. A orientação da Secretaria de Educação é para que as escolas façam um cardápio alternativo até que as proteínas voltem a ser compradas. Além do peixe, houve a compra emergencial de frango (que já acabou e um processo licitatório será feito), de salsicha e de sardinha.

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