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Erosão às margens de vicinal preocupa motoristas

Apesar da situação perigosa, a Secretaria de Obras e Viação não tem máquina para fazer as melhorias

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Uma erosão à margem do córrego do Vasco na vicinal Vice-Governador Almino Monteiro Álvares Afonso, que liga Mogi Guaçu ao Distrito de Martinho Prado Júnior, está oferecendo riscos aos motoristas que passam pelo trecho que fica no Km 3,1, sentido a Mogi Guaçu. Isso porque, o buraco está apenas a alguns centímetros de distância da via, que é de mão única.

A Gazeta esteve no local da erosão e observou que parte da cabeceira do rio e do acostamento da pista desbarrancaram para dentro do córrego. Já a ponte sobre o córrego está sendo tomada pela infiltração. As propriedades mais próximas ficam a cerca de 200 metros do local. Com isso, o risco maior fica por conta dos motoristas, principalmente à noite. Apenas um cone e uma fita de isolamento foram colocados no trecho como sinalização.

O período de chuvas aumenta ainda mais a preocupação, já que pode fazer com que a erosão se estenda até a pista, o que possibilita o risco de acidentes. Há cerca de duas semanas, um motorista que utiliza a via com frequência fez uma reclamação e pediu providências ao vereador Guilherme de Sousa Campos, o Guilherme da Farmácia (PSD). “Ele notou o perigo, parou ali, fez algumas imagens e me acionou”, informou o vereador que pontuou que o tráfego intenso de veículos pesados como, por exemplo, caminhões e treminhões, também contribui para o avanço da erosão. Na última terça-feira (14), Guilherme esteve na SOV e repassou o problema aos engenheiros da Pasta, que informaram que a erosão já é de conhecimento da Secretaria que, inclusive, sinalizou a área.

 

Sem maquinário

O secretário da SOV (Secretaria de Obras e Viação), Salvador Franceli, informou que o reparo requer uma escavadeira hidráulica. Máquina esta que a Prefeitura não dispõe no momento. Por essa razão, no próximo dia 20, será aberta uma licitação que visa a locação de equipamentos, entre elas a escadeira. Todo o processo deve ser finalizado no início de fevereiro, o que significa que até lá o trecho continuará apenas sinalizado. “A erosão não atingiu a pista, o que não oferece maiores riscos”, disse o secretário que ainda avaliou que as pedras do córrego tem feito um trabalho de contenção no local, evitando assim um desbarrancamento maior. “A canaleta ali existente também está desviando a água”.

A erosão atingiu as margens da vicinal há cerca de um mês em consequência do grande volume de chuva que caiu na região. Franceli garantiu que, enquanto não for possível realizar os reparos no trecho, ele estará de olho no possível avanço da erosão. “Estarei atento, se acontecer de chover mais forte vou ver o que será possível fazer com urgência”. Quando estiver com a máquina, a SOV realizará uma obra para canalizar a galeria de água pluvial para evitar a queda da ponte e de uma contenção na lateral da pista.

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