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Estudo para retomada é dividido em três pilares

Paulo Paliari diz que estudos estão sendo feitos para a retomada das aulas na rede municipal

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A retomada das aulas em tempo de pandemia exige atenção a uma série de detalhes. Ainda não há uma definição geral sobre quais serão estas regras, mas os educadores já vislumbram algumas ações e, com base nisto, estudos estão sendo feitos. No caso da Secretaria Municipal de Educação, o estudo para a retomada foi dividido em três pilares: questões pedagógicas, questões de comunicação e questões dos protocolos de higiene/segurança. Estas questões nortearão as intervenções que deverão ser feitas em toda a rede municipal que soma 17.017 mil alunos divididos em 23 Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental), 33 Emeis (Escolas Municipais de Educação Infantil) e 11 CEIs (Centros de Educação Infantil).

O supervisor de ensino da Pasta, Paulo Paliari, explica que é preciso planejamento, visto que há previsão do retorno para setembro, conforme foi adiantado por parte do Governo do Estado de São Paulo. “Teremos que voltar em algum momento e estamos avaliando cada uma destas três questões”, comenta observando que ainda acredita num ensino híbrido. Ou seja, com alunos em sala de aula e outros retirando orientações visto que o retorno presencial não será maciço. A estimativa é de que cada sala de aula seja dividida em três para assim revezar a presença na unidade de ensino. Daí, a necessidade de atender aos alunos de outras formas porque não é volta às aulas com 100% da clientela em ensino presencial.

Paliari disse que os três pilares avaliados pela Pasta (pedagógica, comunicação, higiene/segurança) estão ligadas e todas têm igual importância. “Ainda temos o 3º e 4º bimestres para serem trabalhados”, atenta. Uma das preocupações é como será o acolhimento dos alunos e o posicionamento de todos diante do distanciamento. Isto porque, a merenda, por exemplo, pode ter de ser servida em sala de aula, as aulas de educação física terão de ser revistas, assim como os intervalos.

O educador prevê ainda uma divisão da opinião dos pais nesta volta às aulas diante da diversidade de concepções das famílias porque é preciso avaliar ainda que, provavelmente, haverá uma mudança de horários. O tempo na escola deve ser menor. “Mas, para definir certinho tudo isso, esperamos um documento orientador do Governo do Estado”, pontua.

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