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Guaçu: maioria do comércio não abre nesta 2ª

Decreto abrange supermercados, padarias, açougues, lojas, shoppings, imobiliárias, concessionárias e escritórios

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Nesta segunda-feira (13) e a próxima (20) será de portas fechadas para a maioria do comércio guaçuano, conforme o estabelecido em decreto municipal. A medida é uma forma de ampliar o isolamento social e, com isto, reduzir os casos do novo coronavírus. O diferencial desta medida é abranger não apenas aos lojistas do chamado comércio não essencial, como diversos outros setores, entre os quais, supermercados e padarias.

Desde quarta-feira (8), comércios, escritórios, concessionárias e imobiliárias voltaram a funcionar, mas em novo horário: do meio-dia às 18 horas, de terça a sexta-feira. Os shoppings centers estarão abertos das 13 horas às 19 horas, também de terça a sexta-feira. Às segundas-feiras, sábados e domingos, estas atividades econômicas deverão permanecer de portas fechadas.

Já, os supermercados, hipermercados, mercados, padarias e açougues poderão funcionar normalmente, com seus respectivos horários de funcionamento, de terça-feira a domingo. Mas, às segundas-feiras, estes estabelecimentos também deverão permanecer fechados. O município segue na fase 2 (laranja) do Plano São Paulo. As medidas serão reavaliadas quando estiverem próximas de completarem 15 dias.

Mogi Mirim

A Prefeitura mogimiriana precisou voltar atrás da decisão que ampliou o horário de funcionamento do comércio não essencial liberados de acordo com o Plano São Paulo na fase 2. Por recomendação do Ministério Público, o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) assinou novo decreto, que será publicado neste sábado (11). A partir da próxima segunda-feira, o comércio fica autorizado a funcionar de segunda a sexta-feira no período do meio-dia às 16h00.

Na última quarta-feira (8), além dos serviços essenciais, o comércio foi reaberto no município das 10h às 20h, de segunda a sexta-feira, sendo facultativo após às 18h. Segundo a Prefeitura, o período de atendimento ampliado aos clientes foi baseado em solicitações da Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) e do Sindicato do Comércio Varejista de Bens, Serviços e Turismo de Mogi Mirim (Sincomercio) e relatórios apresentados pela Comissão Técnica Municipal de Contingenciamento ao Novo Coronavírus.

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