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Juntos, HM e UPA contarão com 100 leitos

De Carli reforça que o PS do HM é referência no atendimento para pacientes com sintomas do novo coronavírus

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O município contará com 100 leitos para o enfrentamento dos casos de coronovírus (Covid-19), somando a disponibilidade do HM (Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos”) e da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Jardim Santa Marta, sendo esta última com data de abertura indefinida, porém aguardada para a próxima semana.

Conforme já havia sido divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, o HM será usado apenas para atendimento da Covid-19, tendo como porta de entrada o PS (Pronto-Socorro). Com isto, pacientes internados na clínica médica serão transferidos para a Santa Casa. “Muitas pessoas ainda não compreenderam este procedimento”, comenta o superintendente do HM, José Carlos de Carli Junior. Ele pontua que há uma somatória de esforços para aumento de leitos e compra dos equipamentos.

O Centro Cirúrgico do HM está sendo transformado em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Serão 15 leitos de UTI, para atendimento de casos de maior complexidade. O segundo andar do HM começou a ser preparado para a abertura de novos leitos. A proposta é a criação de mais 50 vagas, incluindo a utilização do espaço da UPA do Santa Marta. O imóvel está sendo preparado, sendo aguardada a entrega dos equipamentos. Na próxima semana, a Administração Municipal deve resolver a forma que será feita a contratação de novos funcionários.

A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que muitas das rotinas de atendimento foram suspensas, como cirurgias eletivas, consultas no CEM (Centro de Especialidades Médicas) e atendimento de casos leves nas unidades básicas de saúde e da saúde da família. A orientação é que as pessoas se dirijam a estas UBSs e USFs em casos de necessidade. Ao se dirigir para uma unidade de saúde, havendo a necessidade, o paciente pode ser direcionado para atendimento no Hospital Municipal.

A Santa Casa terá uma ala preparada para atender crianças, adolescentes e gestantes com suspeita de coronavírus. O local manterá o atendimento de outras complexidades, como infartados, acidentados, entre outros.

A Gazeta apurou que não vingou a tentativa de utilizar também neste enfretamento da pandemia o prédio do antigo Hotel Baradah. Os motivos seriam questões jurídicas envolvendo a cessão do imóvel. A Prefeitura ainda não divulgou se há outro local em vista.

 

Respiradores

Somando os três hospitais, Mogi Guaçu conta com 32 respiradores. A Secretaria de Saúde estava alugando 10 e o Hospital São Francisco outros 10 equipamentos, mas o Ministério da Saúde confiscou os aparelhos de empresas fornecedoras, o que pode atrapalhar a chegada destes respiradores.

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