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Marcos nega que está fora da política

Presidente do PSD de Mogi Guaçu, o empresário disse que eleições do ano que vem para deputado serão determinantes

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O empresário Marcos Antonio (PSD) descartou sua saída da política partidária perante as especulações de que a derrota dele nas eleições municipais em outubro do ano passado teria feito com que ele desistisse de disputar cargos majoritários. No ano passado, Marcos Antonio foi candidato a prefeito de Mogi Guaçu e não conseguiu se eleger. Ele obteve 14.937 votos. Foi a segunda tentativa dele para comandar a Prefeitura. Entre uma e outra, ele também concorreu às eleições para deputado estadual e não venceu nas urnas. “Talvez, eu tenha dito alguma frase na hora do resultado das urnas que pareceu ser minha desistência. Mas, não. Ainda estou nas futuras disputas”, afirmou Marcos.

No entanto, ele admite que a candidatura para deputado estadual ou federal nas eleições do ano que vem é uma decisão que somente será tomada a partir dos demais pretensos candidatos aos cargos. Isso porque, Marcos alegou que somente irá apoiar politicamente aquele candidato a deputado que realmente tiver chances de vencer e representar Mogi Guaçu na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), ou na Assembleia Legislativa de São Paulo. “A cidade precisa e merece ter seu próprio deputado estadual ou federal. Se no ano que vem os grupos políticos fecharem consenso em torno de um único nome para ser candidato a deputado e este nome for viável e ter potencial de vitória nas urnas terá todo meu apoio político também. Deixo de ser candidato para apoiar”, comentou Marcos.

Já quando o assunto é a disputa pela Prefeitura, o empresário muda um pouco o tom do discurso. Para ele, as eleições municipais de 2020 serão mais equilibradas entre os prováveis candidatos a prefeito nivelando por igual as chances de todos nas urnas. “Ainda é cedo para definir qualquer coisa. Mas para a Prefeitura provavelmente eu serei candidato. Vamos ter que aguardar o decorrer dos fatos em 2018 por causa das eleições para deputado”, ponderou Marcos.

Nas eleições municipais de 2020, o prefeito Walter Caveanha (PTB) não poderá disputar novamente o cargo até porque já foi reeleito ano passado. A mesma lei eleitoral também proíbe que na linha sucessória o filho do prefeito ou vice sejam candidatos logo na sequência do término do mandato do pai. Ou seja, o vereador Thomaz Caveanha (PTB) também estaria impossibilitado disputar a sucessão de Caveanha.

Quanto à prestação de contas final de Marcos Antonio referente à campanha eleitoral de 2016 ainda não houve julgamento do TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) e não há prazo para a conclusão do trabalho.

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