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Martinho Prado: Padre crítica obra de travessia e Franceli rebate

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Mais um capítulo foi acrescido à história da travessia de Martinho Prado Junior, localizada na estrada vicinal Governador Almino Afonso. Isto porque, o desvio aberto por estrada de terra para chegar ao distrito teria sido fechado e a nova rota tornado ainda mais longe o trajeto. E, além disso, há relato de que obra segue em passos lentos e queixa foi formalizada ao Ministério Público.

De acordo com o Padre Mario Adorno, que é pároco no distrito, o episódio é mais um transtorno para os moradores de Martinho Prado que precisam seguir para Mogi Guaçu e têm na estrada vicinal o trajeto mais curto para acesso. “O desvio foi fechado porque fica em área particular. Abriram outro, mas fica ainda mais longe. São cinco quilômetros a mais de percurso”, justifica. Disse ainda que foi fechado porque havia caminhões trabalhando na terra.

Para o padre, a situação revela mais do que um transtorno, acumulando um descontentamento e evidenciando um descaso da Prefeitura. “Precisamos de ajuda por isso ingressei no Ministério Público e vão investigar o andamento das coisas, se houve negligência, tudo isso”, disse. Adorno questiona ainda o fato de a travessia ser vista como essencial pelas autoridades, mas o socorro não ter sido prestado de imediato.

O secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli explicou que a queixa não procede. “Causou estranheza terem dito que o desvio de Martinho Prado foi fechado e estão dando volta de cinco quilômetros a mais. É uma inverdade, o pessoal da usina fechou no final de semana e na segunda-feira foi aberto. Estamos dando manutenção. O pipa está direto jogando água. Não está fechado”, detalhou.

Quanto à queixa de morosidade na construção, Franceli fez questão de salientar que questões técnicas precisam ser observadas. “Acho melhor essa pessoa ir lá e ajudar porque tudo tem uma sequência técnica. Não pode fazer determinado serviço sem curar o concreto”, frisou. O secretário destacou que se trata de uma obra complexa. “Não é como o pessoal dizia que se fizesse uma pinguela estava resolvido. Cada um na sua, cada um tem que executar a sua função”, disparou.

O recurso para a obra é dos cofres do município e o valor é de R$ 405.001,43. A passagem foi destruída no dia 27 de fevereiro, quando a vicinal precisou ser interditada.

 

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