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Museu planeja voltar com exposições

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Por Igor Rodrigues

O Museu Histórico Municipal “Hermínio Bueno” retornou para a antiga estação junto ao Centro de Convergências. Uma reorganização já está sendo feita, a fim de receber o público. Itens ainda expostos no Centro Cultural deverão ir para o novo endereço. As peças do museu passam por catalogação graças ao trabalho do museólogo Gustavo André Caixeta Campioto, formado em museologia na UFOP (Universidade Federal de Outro Preto) em 2014 e especializado em arte pela UNITER (Centro Universitário Internacional) em 2017.

Campioto foi contratado por meio de concurso público pela Prefeitura de Mogi Guaçu para que o museu tenha condições de voltar a funcionar, ajudando na preservação das memórias da cidade e também como ferramenta para que as novas gerações possam ter conhecimento da rica história do munícipio e da região.

O trabalho de Campioto é supervisionado pelo SISEM (Sistema Estadual de Museus) e pela RENIM (Rede Nacional de Identificação de Museus) que são os órgãos reguladores responsáveis pela vistoria dos museus públicos e privados. O acompanhamento e cadastro dos órgãos são imprescindíveis para que o município consiga financiamentos através de editais.

O museu contará com acervos que remontam a história de Mogi Guaçu desde as populações indígenas. Além do acervo dos povos ameríndios que viveram por aqui, o museu contará com acervos de arte sacra, itens bélicos e vestimenta da Revolução de 1932, quando a cidade foi palco de batalhas. Atualmente, o acervo referente às empresas ceramistas, que fizeram parte da fundamentação econômica da cidade, está sendo organizado. As cerâmicas foram parte do desenvolvimento do município e deverão ser atração no museu municipal.

Campioto informou que não sabe quando o museu estará disponível para visitação do público em geral, uma vez que o trabalho de organização dos acervos é delicado e passa por etapas de catalogação e cumprimento de normas técnicas. Mas as visitações escolares já serão iniciadas. “Para o público ainda não dá para saber, tem muita coisa para ser feita”, disse o museólogo.

 

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