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Nas Mogis: GCM interrompe festas rave e funk

As denúncias aumentam aos finais de semana, quando os guardas civis municipais vão verificar e encerrar os eventos

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No último final de semana, as Guardas Civis Municipais de Mogi Guaçu e de Mogi Mirim terminaram com festas clandestinas que aconteciam em meio à pandemia e em desacordo com os decretos municipais que proíbem a realização de eventos neste período de quarentena por conta dos riscos de transmissão da Covid-19. Na noite de sexta-feira (31), a GCM de Mogi Guaçu colocou fim a uma festa rave realizada em uma chácara, na Avenida Honório Orlando Martini, no Jardim Hedy. Mais de 100 pessoas estavam na festa que era regada a bebida alcoólica, sendo que a maioria delas era adolescente.

Além de ir contra o decreto municipal, que proíbe aglomeração de pessoas, os frequentadores da festa não usavam máscara de proteção facial. De acordo com o comandante da GCM, Claudemir Adorno da Costa, a GCM ficou sabendo da festa clandestina após receber várias reclamações de perturbação de sossego. As viaturas foram deslocadas ao local e orientaram as pessoas a irem embora para suas casas. “Em princípio houve uma resistência, mas depois todos concordaram em deixar a chácara”, pontuou Adorno. Um Boletim de Ocorrência por descumprimento ao decreto foi registrado pela GCM que identificou um jovem, de 21 anos, como sendo o responsável pelo evento. O registro da ocorrência foi encaminhado à Vigilância Sanitária que decidirá se o jovem será ou não multado pela realização da festa.

Na noite de sábado (1), a GCM de Mogi Mirim também colocou fim a uma festa clandestina após receber denúncias de aglomeração de pessoas. A festa na cidade vizinha tratava-se de um baile funk e acontecia na Rua Sebastião Milano Sobrinho, no Jardim Planalto, com cerca de 80 pessoas. De acordo com o secretário de Segurança José Luiz da Silva, todos foram orientados a deixar o local. O secretário de Mogi Mirim ainda informou que a partir deste mês, a GCM intensificou as fiscalizações referentes à pandemia, incluindo as festas domiciliares, que acontecem dentro das residências. Isso porque, Mogi Mirim já registrou casos de pessoas que foram contaminadas em festas que aconteceram dentro de uma casa.

A ação da GCM será notificar o responsável pela residência denunciada. Uma segunda ida da Guarda Civil ao mesmo imóvel poderá render ao dono da casa uma multa que varia de R$ 267 a R$ 267 mil.

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