Home»Política»Negociação entre Sindiçu e Prefeitura emperra

Negociação entre Sindiçu e Prefeitura emperra

Miro ressaltou que nem resposta obteve ainda da Prefeitura sobre o dissídio dos servidores

0
Shares
Pinterest WhatsApp

A pauta de reivindicações contento o pedido de reajuste para os servidores públicos de Mogi Guaçu foi protocolada no dia 13 de março pelo Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu e Região). Apesar do tempo, a Prefeitura ainda não tinha se manifestado até ontem (18) sobre o pedido de aumento.

Nesta sexta-feira, após pedido de informações feito pela Gazeta, a Secretaria de Comunicação Social informou que a DRH (Divisão de Recursos Humanos) entrou em contato com o presidente do Sindiçu e explicou que é temerário apresentar qualquer tipo de proposta neste momento por conta da pandemia e também devido aos custos com o enfrentamento da Covid-19.

Até a última quinta-feira (16), o presidente do sindicato, Waldomiro Sutério, o Miro, aguardava contato da Prefeitura sobre o pedido de reajuste. A data-base da categoria é março e os servidores já receberam seus salários sem o reajuste anual. Foi protocolado pedido aumento de 5% que seria a soma de 3,92% do índice da inflação do período mais as perdas salariais. Além disso, foi solicitado o aumento do abono concedido aos servidores de R$ 100 para R$ 150. Porém, o prefeito Walter Caveanha (PTB) enviou para a Câmara no dia 23 de março o projeto de lei que dispõe sobre a concessão do abono especial aos servidores mantendo o valor de R$ 100. O projeto foi aprovado pelos vereadores.

A pauta de reivindicações, segundo o presidente do Sindiçu, é extensa e contém outros itens mais específicos para algumas categorias, como a dos professores. Para todos os servidores, além do reajuste salarial, Miro citou o pedido de pagamento mínimo de 20 horas extras por mês.

Por conta das ações de enfrentamento do novo coronavírus, Miro não conseguiu se reunir com a equipe econômica do prefeito e disse que as negociações estão difíceis. “Eu tenho cobrado uma posição, mas está bem complicado. Eles não querem conversar”, comentou.

Vale lembrar que, em 2019, os servidores receberam em junho os salários com o aumento de 3,94%.

Previous post

Idosos em casa: saúde física e mental em dia

Next post

Mahle: medidas afetam mais de 2 mil funcionários