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Ponte metálica deve ser feita na vicinal

A construção com aduelas, ou seja, nos moldes da passagem levada pela água do córrego, é descartada pela SOV

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A instalação de ponte metálica é alternativa estudada pela Administração Municipal em substituição à travessia sobre o Córrego do Pacu, na estrada vicinal Governador Almino Afonso que liga o Distrito de Martinho Prado Júnior a Mogi Guaçu. A travessia caiu na manhã de quinta-feira (27) com a força da correnteza resultante do acúmulo de chuva à montante: 109 mm em 24 horas. A situação resultou na morte de Antônio Coraini, 79, que trafegava com caminhão/caçamba e caiu na vala.

De acordo com o secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli, nova travessia nos mesmos moldes está descartada diante da possibilidade repentina de aumento do volume de água do córrego. “Já estamos recebemos algumas proposta e estamos avaliando”, disse. O custo da ponte metálica deve ficar entre R$ 500 e R$ 600 mil.

Segundo Franceli, a Secretaria de Negócios Jurídicos está avaliando a possibilidade de uso de recurso do trânsito (multas) para construção e ainda de fazer contrato emergencial para a construção. “Com a licitação leva uns 60 dias para começar a obra. A emergencial reduz significativamente este tempo e a conclusão da obra”, atenta. É previsto que, na próxima semana, a Pasta já tenha as respostas do Jurídico.

Enquanto isso, de forma paliativa, a SOV está fazendo adequações em estrada de terra que pode ser acessada a partir da estrada vicinal. “Estamos cascalhando, alargando e fazendo saída de água. O serviço começou hoje (ontem) e deve estar pronto amanhã (hoje)”, adianta Franceli. Ele acredita que a estradinha fique em condições para o tráfego também de caminhões e ônibus, o que deve minimizar os transtornos para quem precisa entrar ou sair do distrito. “O motorista vai entrar na estrada de terra, que tem acesso pela vicinal, e seguir até o pesqueiro da Mel, saindo 500 metros acima do local em que a travessia caiu. Têm uns 3,2 quilômetros”, detalha. Mas vale lembrar que há possibilidade de chegar a Martinho Prado pela Chácaras Alvorada e também por Conchal.

 

TRANQUILO

“O duro são as besteiras que falam”, disse Franceli sobre os comentários de que a Administração Municipal não havia interferido nos problemas apresentados na travessia no mês passado. “Dia 26 me enviaram um vídeo. No dia 28, refiz o acostamento. A travessia estava segura, não apresentava qualquer problema”, relata frisando que a queda foi provocada pelo aumento do volume de água à montante do córrego. “Foi praticamente uma tromba dá água”, ilustrou ressaltando que os problemas anteriores foram à jusante.

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