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Presidente do Mandi quer liberação do estádio

O presidente do Mandi avisa que pode rever os conceitos e deixar o clube

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O presidente do Atlético Guaçuano, Israel Lanza, vai pressionar a Administração Municipal para conseguir a liberação do Estádio Municipal “Alexandre Augusto Camacho” junto à FPF (Federação Paulista de Futebol). Com o clube interditado, o Mandi está proibido de disputar jogos em casa, em 2016.

De acordo com Lanza, a Prefeitura precisa urgentemente decidir se irá ou não atender às exigências da Federação Paulista para obter o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) e liberar o estádio. “O campo e o estádio são municipais. A Prefeitura precisa resolver o quanto antes este impasse. Por enquanto, não há nenhum sinal de que a liberação irá ocorrer. Na Federação, a interdição prossegue e o clube não tem dinheiro para arcar com os gastos do AVCB e da construção de mais arquibancadas”, lamentou o presidente do Mandi.

A Federação Paulista de Futebol exige para a 4ª divisão de profissionais do Estado que os estádios tenham capacidade mínima de 5 mil lugares. O Camacho tem hoje 3,6 mil lugares, sem contar as tubulares. Com mais 1mil terá 4,6 mil. Ainda não atenderá as exigências da FPF.

Desde 2013, o Atlético Guaçuano enfrenta esse problema que fez com que os jogos do Mandi em competições passadas fossem disputados com os portões fechados. “Não quero desavenças. Não quero que o Mandi prossiga sendo uma briga política. Isso só vai complicar ainda mais a situação. O que quero, agora, é união entre Prefeitura e clube com o apoio da população para conseguirmos liberar o estádio do Camacho para 2016”, reforçou Lanza.

Caso a Prefeitura não dê sinal de que irá atuar junto à Federação Paulista para liberar o estádio municipal, o presidente do Mandi avisa que irá rever os conceitos e poderá deixar o clube. “Não descarto essa hipótese porque não quero ser apenas mais um presidente do Guaçuano. Quero fazer a diferença. Quero continuar colocando em prática o projeto que tenho a longo prazo para o clube, mas preciso de apoio e da liberação do estádio.

Caso contrário, vou ter que repensar minhas decisões”, observou Lanza.
A renovação de filiação do Mandi na Federação Paulista de Futebol terá que ser feita até o dia 15 de janeiro de 2016. O valor aproximado é de até R$ 3.300. Lanza adiantou que a taxa será paga pela presidência do Atlético Guaçuano assegurando, assim, a filiação do clube à Federação. “Esse pagamento é uma responsabilidade do presidente do clube, ou seja, sou eu que tenho que pagar e vou fazer isso. Mas a Prefeitura também precisa fazer a parte dela que é conseguir a liberação do estádio municipal”, concluiu.

A Gazeta entrou em contato com o secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli, que afirmou que irá conversar sobre o assunto diretamente com o presidente do Atlético Guaçuano.

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