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Protetora espera que lei seja cumprida

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Com relação à lei que determina maior punição para casos de maus-tratos, como o ocorrido no Parque São Camilo, a protetora e vice-presidente da Kapa, Valdirene de Souza Floriano, compartilhou com a Gazeta que não sabe muito bem o que dizer sobre o assunto. Isso porque, ela diz estar muito descrente com as leis brasileiras. “Só vou acreditar de verdade quando presenciar um caso de flagrante acabando em prisão” pontuou.

A protetora explicou que existem dois pontos cruciais que a deixam receosa com o assunto. Um deles é fato de o sistema prisional do país funcionar com unidades lotadas, acima de seu limite de capacidade. Outro ponto são as famosas audiências de custódia, as quais criminosos são submetidos e muitas das vezes liberados pelos juízes a responderem por seus crimes em liberdade. “Quando houver flagrante vamos ver se a pessoa vai mesmo ficar presa ou se ela vai ser liberada para responder em liberdade”, frisou Valdirene.

A protetora lembra que já presenciou muitos casos graves em Mogi Guaçu, como a de uma gata que foi degolada por um homem que saiu ileso na ocorrência. Apesar de estar calejada com tanta falta de justiça e cumprimento das leis, a Valdirene enfatizou que está esperançosa com o avanço. “Eu espero que os episódios de maus-tratos diminuam e espero que as pessoas pensem duas vezes antes de adotar ou comprar um animal, porque eles merecem cuidados e carinho”, ressaltou Valdirene.

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