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Telonas: o que esperar do cinema em 2020? 

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Por Igor Rodrigues 

Sucesso de bilheteria nos últimos anos os filmes de super-heróis devem continuar fazendo sucesso entre o grande público, e o duelo Marvel versus DC deve continuar. Marvel e DC são produtoras que trazem das histórias em quadrinhos os principais personagens com histórias de heroísmo e travam entre os fãs horas de debates sobre a qualidade dos trabalhos e até comparações de batalhas entre os personagens.

Três produções da DC devem ser destaque durante o ano: “Mulher Maravilha 1984” já gera ansiedade nos fãs, assim como “Aves de Rapina” chega com um grupo de personagens femininas que não fazem a linha de heroínas, mas tentarão salvar a cidade da sua maneira e o filme “Lanterna Verde” também é esperado entre os fãs da franquia.

Mas se engana quem acha que a Marvel vai ficar para trás. Scarlet Johansson dará vida a Natasha Romanoff em “Viúva Negra” contando a história de antes de ser recrutada para fazer parte dos Vingadores. A Marvel também lançará “Os Eternos”, história de seres quase imortais criados por seres cósmicos chamados Celestiais.

Segundo o jornalista e ator Léo Barros, os filmes de heróis serão o carro-forte das bilheterias, mas não estarão sozinhos, pois continuações de filmes antigos e remakes ganham as telonas neste ano. Muita gente vai poder matar a saudade de filmes como “Legalmente Loira”, que contará coma sua terceira parte 17 anos depois e “Top Gun” com o galã Tom Cruise.

O clássico da sessão da tarde “Dr. Dolittle” que, desta vez, ganha o rosto do ator Robert Downey Jr. “Eles estão revivendo algumas coisas do passado e pode ser algo muito esperado, principalmente para quem viu os primeiros filmes”, conta Léo.

Dois gigantes do cinema irão se encontrar nas telonas ainda este ano: “Godzilla II: O rei dos Monstros” e “Kong: Ilha de Ossos” ganham continuidade no mesmo filme, Godzilla vs Kong marca o duelo entre o réptil gigante e o gorila mais famoso dos cinemas.

Streaming 

Os indicados ao Oscar, prêmio mais esperado do cinema mundial, abrem o debate sobre a presença de plataformas de streaming, ou seja, plataformas digitais que armazenam conteúdo para ser assistido ou escutado. “Antes elas só reproduziam filmes, hoje elas produzem”, aponta Léo, que também observa a presença massiva de filmes produzidos pela Netflix nos indicados deste ano.

O filme “Dois Papas”, do diretor brasileiro Fernando Meirelles e documentário “Democracia em Vertigem” da cineasta Petra Costa são exemplos da penetração da plataforma na premiação que ainda tem os filmes “História de Casamento” e “O Irlandês”.

Em 2019, a indicação do filme “Roma”, também produzido pela plataforma, já dava sinais de mudanças no quesito “consumir filmes”. As mudanças, porém, não devem afetar as bilheterias nem fazer com que os fãs deixem de ir ao encontro da grande tela.

 

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