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Tome Nota da edição de sábado, dia 13

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Na disputa

O Partido dos Trabalhadores confirmou que terá candidato ao Executivo nas eleições municipais desse ano. Segundo informações do diretório municipal, dois nomes foram lançados como pré–candidato a prefeito: Marcelo Samuel da Costa e Daniel Constantino Pedro, Tita. A definição sobre a composição da chapa majoritária e também da chapa de vereadores será feita num encontro municipal da sigla. Com a participação do PT na disputa da Prefeitura, Mogi Guaçu corre o risco de bater recorde no número de candidatos ao cargo majoritário. Até agora, nove propensos candidatos já demostraram interesse em concorrer ao pleito.

 

Maré

O clima voltou a esquentar no Morro do Ouro. Após a manifestação dos motoristas que fazem o transporte escolar na rede municipal, funcionários de duas entidades foram até o Paço Municipal protestar. Os salários estão atrasados por conta do município não ter feito o repasse para o Casmoçu e para o “Lar Menino Jesus”. Os funcionários ficaram mais de quatro horas esperando uma resposta da Prefeitura e tiveram que esconder  dentro da Câmara da chuva que caiu na terça-feira (9). A batata quente caiu no colo do secretário da Fazenda, Roberto Simoni, que voltou com a resposta para o grupo que, claro, não gostou.

 

Coro

Quem estava na Prefeitura e na Câmara pode acompanhar a manifestação dos funcionários e coros foram feitos, na tentativa de chamar a atenção das autoridades municipais: “Prefeito, cadê você? Eu vim aqui para receber”; “Senhor Roberto, cadê você? Eu quero receber”. O grupo não arredou o pé da frente da Prefeitura até que o Secretário da Fazenda informou sobre o acordo feito com a direção das entidades. Não sobraram críticas entre os profissionais e também entre os vereadores, principalmente os da oposição. “Falta de respeito deixar elas tanto tempo na frente da Prefeitura e na chuva sem resposta”, criticou Rodrigo Falsetti (Cidadania).

 

Não gostou

O clima esquentou também na Câmara Municipal. O vereador Pastor Elias (PL) pediu para conversar reservadamente com os colegas na segunda-feira (8) após desistir de assumir a Secretaria de Cultura. O tom da reunião não foi nada amistoso. Quem estava do lado de fora ouvia os gritos vindos da sala de reunião. Pastor Elias teria ficado magoado pelas críticas que recebeu dos colegas, principalmente os de oposição. A sessão ficou paralisada mais de meia hora para os ânimos se acalmarem. Houve até troca de farpas e no final da sessão cinco vereadores já tinham deixado o plenário.

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