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Tome Nota da edição de sábado, dia 14

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Recesso

A última sessão da Câmara do ano foi marcada por críticas ao governo do prefeito Walter Caveanha (PTB). O tom dos discursos foi bastante elevado por conta do novo episódio de alagamento registrado no início da semana no Jardim Santa Terezinha. Os edis lembraram as obras antienchentes prometidas pela Prefeitura e acusaram o prefeito de enganar os moradores com promessas que não foram cumpridas. O prefeito não quis responder aos insultos, mas a Secretaria de Comunicação avisou que o início da obra depende da liberação do financiamento, que não tem data para acontecer.

 

Trégua?

Apesar do recesso, os vereadores, principalmente os da oposição, não devem mudar a postura nas próximas semanas. Reuniões e visitas aos bairros vão continuar sendo feitas, como a realizada nesta semana pelo presidente da Câmara, Rodrigo Falsetti (PTB). Ele se reuniu com os moradores do Jardim Nossa Senhora das Graças e o assunto principal foi a falta de manutenção da Praça das Crianças. São mais de 20 bancos quebrados, além de falta de iluminação e playground quebrado. Tudo indica que o prefeito e sua equipe continuarão sendo cobrados. A sessão volta no dia 3 de fevereiro.

 

UPA

A maior cobrança no ano de 2019 foi o retorno da UPA ao Jardim Santa Marta. A justificativa da Prefeitura sempre foi a falta de recursos, mas, agora, sinalizou a intenção de retornar a unidade ao prédio de origem entre março e abril. O secretário da Fazenda, Roberto Simoni, esteve na Câmara nesta semana e confirmou que a Prefeitura conta com a ajuda dos vereadores por meio das emendas impositivas. O problema é que os vereadores já tinham destinado os recursos e, agora, terão que fazer alterações, a fim de atender ao pedido do Executivo.

 

Pré-sal

Os recursos do pré-sal serão depositados aos Municípios e Estados no próximo dia 30 e Mogi Guaçu receberá R$ 3,4 milhões. Esse valor poderia ser usado em investimento, mas o secretário da Fazenda confirmou sua destinação: pagamento do INSS referente ao 13º e o mês de novembro. Roberto Simoni comentou que a economia está tendo uma reação, mas que o ano será fechado com muita dificuldade empatando as despesas e receita. Mas melhor que os anos anteriores, pois desde 2014 foi baixa a arrecadação. Por outro lado houve economia até do índice de acidente de trabalho.

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