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Tome Nota da edição de sábado, dia 4

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Mudança

A chamada janela eleitoral, período em que vereadores podem mudar de partido para concorrer à eleição (majoritária ou proporcional) de outubro sem incorrer em infidelidade partidária, ficou fixada de 5 de março a 3 de abril. E foi necessário todo esse prazo para que a maioria dos vereadores de Mogi Guaçu decidisse sobre seus novos partidos. Nove vereadores estão de casa nova e isso alterou a composição da Câmara Municipal, sendo que seis partidos perderam representatividade: PSC, PROS, PP, PTC, Rede e PSD, sendo que esta última sigla perdeu três vereadores.

 

Troca-troca

Também neste dia 4 – seis meses antes do pleito – esgota-se o prazo para que novas legendas sejam registradas na Justiça Eleitoral a tempo de lançarem candidatos próprios às eleições. Além disso, aqueles que desejam participar da eleição devem ter domicílio eleitoral na cidade que desejam concorrer e estar com a filiação aprovada pelo partido. A data também marca o fim do prazo para que detentores de mandatos no Poder Executivo renunciem aos seus cargos para se lançarem candidatos. Por conta disso, os bastidores da política ficaram bastante movimentados.

 

Novidades

A corrida entre os diretórios foi grande para fisgar os propensos candidatos a uma vaga na Câmara e fechar os grupos. Alguns partidos foram esvaziados e outros tiveram que ter muita argumentação para manter os filiados. O troca-troca foi intenso e alguns nomes estão sendo revelados. O Podemos, por exemplo, conquistou a filiação do médico André Paliares e do sindicalista Waldomiro Sutério o Miro. E os dois nomes são cotados para formar chapa com o pré-candidato Edson Domingues. O partido filiou ‘figuras’ conhecidas, como Beto ‘Preto’, Juninho do TiaNena e Professor Edilson.

 

Será?

Com toda essa movimentação por conta da disputa eleitoral, mesmo que alguns acreditem que pode haver mudanças devido o novo coronavírus, o assunto dominou as discussões. Sobre a mudança de partido dos vereadores, uma notícia que já movimenta os bastidores é o não interesse do Pastor Elias, agora PL, em disputar a reeleição. A informação é de que o vereador tem conversas adiantadas com o colega Luciano da Saúde, a fim de apoiá-lo no próximo pleito. “O pastor está falando que não será candidato e que vai apoiar o Luciano, mas só lá na frente para sabermos”, comentou um outro edil.

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