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Tome Nota da edição de sábado, dia 6

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Esquentou

A semana foi de muita tensão no Morro do Ouro. Logo no início da segunda-feira (8) vans e ônibus escolares voltaram a estacionar ao redor do Paço Municipal. Isso voltou a acontecer porque a Prefeitura não cumpriu o prazo, que era 1º de junho, para que os motoristas que fazem o transporte escolar da rede municipal iniciassem uma nova prestação de serviço ao município. Os motoristas ficaram ‘acampados’ no Morro do Ouro até quinta-feira (4), quando um acordo foi finalmente fechado entre a Prefeitura e os profissionais. Para a oposição, faltou habilidade dos agentes públicos na condução das negociações.

 

Invasão

Mas os ânimos se exaltaram na quinta-feira, quando um grupo de motoristas invadiram o gabinete do prefeito Walter Caveanha (PTB). Ele não estava no local, mas o chefe de Gabinete, Bruno Franco de Almeida, vereadores, Renata Caveanha Bizigatto Dias, supervisora da Secretaria de Educação e alguns vereadores estavam em reunião. O susto foi grande, pois os motoristas subiram até o 4º andar pelas escadas e gritando, pois haviam sido informados que a Prefeitura não iria formalizar novo contrato, que é a entrega de cestas básicas. Após uma calorosa discussão, os motoristas deixaram o local escoltados pela GCM.

 

Cobrança

Ao longo da semana, os motoristas que prestam serviço para a Prefeitura cobraram uma reunião com o prefeito e com o vice-prefeito Daniel Rossi (PL). Mas nenhum dos dois recebeu os representantes da categoria. As reuniões foram conduzidas pelo chefe de Gabinete e teve como interlocutor o vereador Luciano da Saúde (PL). No final de toda a situação, o saldo foi negativo para a Administração Municipal, que não cumpriu o prazo inicial, viu nova manifestação dos motoristas e ainda teve que amargar mais uma derrota junto à oposição. Com carro de som em frente ao Paço Municipal, eles discursaram e criticaram o governo.

 

Fechou

O Lar de Maria, localizado na Chácaras Alvorada, encerrou as atividades nesta semana após não conseguir ajuda financeira da Prefeitura e do setor privado. 48 funcionários foram demitidos, 120 crianças (0 a 6 anos), 43 adolescentes e jovens (6 a 15) e 40 mulheres vítimas de violência não serão mais atendidos. Sem recursos financeiros, o Lar de Maria optou pelo fechamento para poder honrar com os pagamentos dos funcionários. Mas deixará um vazio na Chácaras Alvorada, onde prestava um atendimento de excelência. Um problema e tanto para o prefeito Walter Caveanha que terá a obrigação de atender esse público.

 

 

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