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Tome Nota da edição de terça-feira, dia 22

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Extintores

Se para muitos motoristas o fim da exigência do extintor de incêndio ABC em veículos leves causou revolta, porque foram obrigados a comprar o produto que agora deixa de ser obrigatório, para a Prefeitura o uso opcional do equipamente de segurança contra incêndio é bem vinda. Segundo o secretário de Administração, Luís Bueno Ávila, o Poder Público vai economizar cerca de R$ 15 mil com a desobrigação do uso dos novos extintores. Em épocas de vacas magas, toda economia é mesmo bem vinda.

 

Nepotismo

Como era de se esperar, o projeto de lei contra o nepotismo no serviço público municipal, de autoria do vereador petista Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia, não andou. E foi mesmo engavetado pela Comissão de Justiça e Redação, chefiada pelo vereador Ivens Chiarelli (PMDB), rival político de Tailândia. Pela decisão da Câmara, entende-se que está liberado a contratação de parentes no serviço público municipal. Além do projeto contra o nepotismo, Tailândia teve outras cinco proposituras arquivadas pelas comissões da Casa. Também pudera. É o único opositor no Legislativo.

 

Gênero

Quatro dos 11 vereadores de Mogi Guaçu voltaram a atacar o que vem sendo chamado de “ideologia de gênero” no ambiente escolar, isto é, o reconhecimento das diferenças e dos direitos individuais dos homosexuais. Para Jéferson Luís (PROS); Elias dos Santos, o Pastor Elias (PSC); Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia (PT), e Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), a tal ideologia de gênero é uma afronta à família tradicional. “Temos de preservar a família”, justificaram. “Já derrubamos tal projeto aqui, na Casa de Leis, e reafirmamos nossa posição”, bradou alto Pastor Elias.

 

Petrolão

A Justiça Federal condenou à prisão, nesta segunda-feira (21), o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto; o ex-diretor da Petrobas, Renato Duque; e mais oito acusados de desvios na empresa investigados na Operação Lava Jato. Cabe recurso. Vaccari foi acusado de articular repasses de ao menos R$ 4,3 milhões de propina do chamado Petrolão para o PT, inclusive por meio de doações oficiais. “A corrupção gerou impacto no processo político-democrático, contaminando-o com recursos criminosos”, disse o juiz Sérgio Moro, em sua sentença.

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