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Transporte público: Redução da frota é alvo de queixa

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Desde o início da pandemia da Covid-19, o transporte público municipal teve a frota reduzida em 50%. E este percentual segue o mesmo, apesar de vários setores estarem retornando às atividades, como é o caso do comércio, por exemplo. E isto tem gerado alguns transtornos aos usuários de ônibus, conforme observa a ajudante de cozinha Sebastiana Cristina da Silva.

Moradora no Jardim Novo Itacolomy e trabalhando na área central, ela conta que retornou ao serviço e se assustou quando chegou ao Terminal Rodoviário e Urbano e se deparou com o horário da linha Jardim Cristina. “Saí às oito da noite, o ônibus passou cinco para as oito e o outro só passaria as cinco para as onze. É muito tempo para ficar aguardando”, comenta.

Sem alternativa de transporte público porque a outra linha que serve o bairro também não teria ônibus, ela conta que a saída é voltar a pé pra casa, pedir que alguém da família busque ou ainda conseguir uma carona. “Já que a gente é usuário todos os dias, paga tudo certinho e acho que deveria ter alguma informação ou da parte da Prefeitura ou da Viação”, comenta. Segundo Sebastiana, a linha Santa Helena que também passa perto de onde reside apresenta o mesmo problema.

 

O secretário de Obras e Viação, Salvador Franceli comenta que esta tratando deste assunto com os representantes da Viação Santa Cruz. Ele lembra que a licitação para o transporte público está sendo elaborada. A justificativa apresentada pela empresa é de que, durante a pandemia, uma das linhas chegou a circular com apenas 12 pessoas, enquanto chegava a transportar 400 por dia. “Com este volume de passageiro, não pagava nem o combustível e alegou estar tendo um prejuízo mensal de quase R$ 400 mil”, disse.

Desta forma, segundo Salvador, a empresa arcou com este custo por dois meses e começou a reduzir ainda mais a frota porque não havia demanda. Agora, com a retomada das atividades, o secretário disse estar conversando com a empresa para que amplie a frota.

 

 

 

 

 

 

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