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Vice-prefeito é vítima de fake news

Daniel Rossi registrou dois Boletins de Ocorrência após se ver envolvido em notícias falsas veiculadas em rede social

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Na última segunda-feira (20), o vice-prefeito e pré-candidato a prefeito Daniel Rossi (PL) esteve na delegacia para registrar um Boletim de Ocorrência. Na verdade, foram dois. No primeiro, ele afirma ter sido vítima de fake news durante o último final de semana. E no segundo, ele acusa um morador de Martinho Prado Júnior de disseminar a notícia falsa.

Na delegacia, Daniel Rossi informou que ficou sabendo que foi criado na rede social Facebook um perfil falso com nome de Maria Silva, a qual passou a disseminar uma suposta conversa via aplicativo WhatsApp. O nome de Daniel Rossi aparece na conversa com outros interlocutores, além da titular do perfil falso. Nas mensagens, o vice-prefeito responde alguns questionamentos feitos nesse grupo criado intitulado “Avança Guaçu”, quando teria menosprezado pequenos comerciantes da cidade ao ser questionado sobre o funcionamento do comércio. Na sequência, houve outro questionamento, mas sobre a ponte, o qual Daniel Rossi teria respondido “Iremos acelerar pra ganhar voto na obra”. De acordo com os diálogos, houve ainda um terceiro questionamento: “Quem será o vice?” e o vice-prefeito teria respondido: “Se o Denis falar não, a esposa é rua. Ele escolhe”.

No Boletim de Ocorrência, Daniel Rossi diz que ainda no sábado (18) denunciou o perfil citado e o Facebook bloqueou o perfil Maria Silva e afirmou que, “em momento algum entabulou a conversa que foi publicada no perfil citado e quem fez teve a nítida intenção de usar como forma de atingir a minha pessoa”.

Na sequência, um segundo Boletim de Ocorrência foi aberto pelo vice-prefeito. Nesse, ele acusa Gustavo Eduardo Miranda Caetano, morador do Distrito de Martinho Prado Júnior, de disseminar no seu perfil do Facebook as mensagens que foram criadas como forma de atingi-lo. O investigado também usou seu perfil e grupo de WhatsApp chamado “Boca no Trombone Martinho Prado”. Na ocorrência, Daniel Rossi afirma que Gustavo Caetano é filiado ao PRB e se apresenta como pré-candidato a vereador.

Ainda nas redes sociais, Daniel Rossi gravou um vídeo para falar sobre o caso. “Neste final de semana, fui vítima de fake news nas redes sociais. Estão soltando uma mentira a meu respeito na internet simulando uma conversa minha com alguém que nem aparece na tela. Todos me conhecem e sabem do meu posicionamento em relação aos assuntos da nossa Mogi Guaçu”.

Daniel Rossi confirmou que registrou o caso na polícia e que repudia a disseminação de notícias falsas. “Registrei um Boletim de Ocorrência e vamos buscar os autores dessas mentiras. Sei que eles não vão conseguir enganar ninguém, mas faço questão de me pronunciar para que fique bem claro meu repúdio, e preparar a todos de Mogi Guaçu porque essa eleição terá muita mentira veiculada nas redes sociais”, ressaltou.

À Gazeta, Daniel Rossi ressaltou que o registro policial busca identificar os autores pela montagem divulgada e também punir os responsáveis pelo compartilhamento da notícia falsa. A reportagem não conseguiu contato com Gustavo Caetano.

 

Crime

Os atos relacionados à criação, à divulgação e à disseminação de informações falsas podem ser enquadrados em pelo menos oito artigos do Código Penal e um do Código Eleitoral, com penas que vão desde a aplicação de multas até a prisão e a perda de direitos políticos.

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