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Vigilância Sanitária se prepara para flexibilização

Equipes da Visa estão visitando os comércios e continuarão com o trabalho nas próximas semanas

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Com a liberação da flexibilização em Mogi Guaçu, o trabalho de fiscalização feito nos estabelecimentos pela Vigilância Sanitária (Visa) deve aumentar ainda mais. Isso porque, de acordo com a segunda fase de retomada das atividades do Governo do Estado, concessionárias, imobiliárias, escritórios, comércio e shopping center poderão voltar a abrir. Para a reabertura acontecer, os estabelecimentos terão que cumprir uma série de normas que visam assegurar a segurança de funcionários e clientes, e, assim como já acontece nos serviços essenciais que estão abertos desde o início da quarentena, a Vigilância Sanitária será a responsável por fiscalizar o cumprimento das normas estabelecidas no decreto municipal.

Segundo a coordenadora da Visa, Vivian Delalibera de Souza Custódio, ainda não é possível saber o que de fato irá mudar com o aumento da demanda. “Nós já estamos cientes de que um novo protocolo precisa ser elaborado, já que as fiscalizações vão aumentar e vão ficar por nossa conta”, afirmou Vivian.

Desde o início da quarentena, serviços considerados essenciais estão autorizados a funcionar. São os mercados, supermercados, farmácias, agropecuárias, padarias, lojas de conveniência, lotéricas e bancos. Todos têm sido alvo de fiscalizações da Visa que tem o objetivo de constatar se as medidas de segurança estabelecidas no decreto municipal 24.415/2020 estão sendo seguidas. O distanciamento entre uma pessoa e outra nas filas dos caixas e formadas do lado de fora do estabelecimento, a higienização constante de objetos como carrinhos, cestas e máquinas de cartão, a disponibilidade de álcool em gel para uso dos consumidores, a limitação do número de pessoas no interior do local, a limpeza dos sanitários e a suspenção das degustações, são algumas das exigências que devem ser cumpridas para evitar a propagação do novo coronavírus.

No início do mês, outra regra foi imposta aos comércios e à população, a obrigatoriedade do uso de máscara, sendo que nos casos dos estabelecimentos essenciais, a máscara deve ser usada por funcionários e clientes. A nova determinação também passou a ser fiscalizada pela Visa, sendo que cabe aos proprietários barrar a entrada de clientes sem máscaras, caso contrário, eles podem ser multados com valores que variam de R$ 276 a R$ 276 mil de acordo com o porte da empresa e a quantidade de pessoas sem a máscara. “Nenhuma multa foi aplicada em mais de um mês de fiscalização”, pontuou Vivian, que também informou que até o momento 190 inspeções foram realizadas.

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